Artigo escrito por Luciana Fiúza e Malu - do grupo MAIS, do qual faço parte.
Movimento de Apoio a Inclusào do Surdo na Universidade
http://maisuniversidade.blogspot.com
O surdo e a educação superior: um breve manifesto
Luciana Fiúza de Sousa* e Maria de Lourdes Vieira**
Na década de 80, a recomendação mais comum dada aos pais de crianças diagnosticadas como surdas era que fossem encaminhadas à fonoaudiologia com a indicação expressa de oralização. Essa determinação se dava principalmente no caso de crianças que adquiriam a surdez pós-oralização (depois de terem sido expostas à língua portuguesa por certo período de suas vidas). Médicos costumavam alertar os pais com frases do tipo: “eles se esquecerão de sua língua materna, caso expostos à língua de sinais”. Tal premissa não tem qualquer sustentação científica, visto que a aquisição de uma língua não pressupõe a eliminação da outra, principalmente quando se trata da língua materna, argumentam as professoras Regina Maria de Souza (Unicamp) e Nuria Silvestre (Universidade Autônoma de Barcelona), no livro Educação de surdos, publicado em 2007.
Leiam o artigo completo em:
http://www.ufmg.br/boletim/bol1689/2.shtml
05/04/2010